Carira: Júnior de Leonidia não cumpre sentença e é acusado de induzir justiça a erro

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CARIRA, SE (POLÍTICA A JATO) – A vida de José Ademir Hilário se transformou em um verdadeiro drama nas mãos do pré-candidato a prefeito de Carira, Júnior de Leonidia.

Desde de 2015 que ele vem buscando na justiça o direito de ter em suas mãos a posse dos documentos de um veículo que foi fruto de um negócio jurídico com o então pré-candidato pelo Cidadania, Júnior de Leonidia.

Em 2016 a justiça proferiu sentença homologando o acordo feito entre as partes, onde Júnior se comprometeu em transferir o veículo para o nome de José Ademir.

Ocorre que durante todo esse tempo, segundo a defesa de José Ademir, Júnior buscou agir de má fé e induzir a justiça a erro por não cumprir com a sua obrigação, chegando a afirmar que nunca realizou negócio jurídico com José.

“Respeitável Juiz, é que, em audiência realizada perante este mesmo Juízo, no processo originário de n.º 201565002070, o executado, ao acordar com a demanda, assumiu, tacitamente, ter realizado o negócio jurídico face ao exequente, o que, também, não infere no presente cumprimento de sentença, uma vez que o título executivo judicial está posto e merece, o quanto antes, o devido cumprimento. Tamanha má-fé, aqui clarividente, não deve, jamais, ser tolerada”, afirma a defesa de José Ademir nos autos.

Após diversas tentativas para fazer com que o pré-candidato a prefeito fizesse a transferência do bem, a justiça marcou mais uma audiência de conciliação, instrução e julgamento para o dia 01/09/2020.

O veículo em questão é um Fiat Uno que está em posse de José Ademir desde a realização de um negócio de compra e venda de uma casa, que teria como parte do pagamento o referido veículo.

Desde então, José Ademir sofre prejuízos por não conseguir usufruir do carro porque este não está no seu nome e ainda acumula atraso de IPVA por inadimplência do real proprietário.

Júnior é candidato a prefeito com o apoio do senador Alessandro Vieira, que pertence ao mesmo partido que ele.

Recentemente, o político virou alvo de polêmica por ter solicitado e recebido 3 parcelas do auxílio emergencial de 600 reais.

Em um vídeo feito pelo ele mesmo, Júnior afirmou que não se envergonha de ter recebido o benefício. No entanto, no mesmo vídeo chegou a afirmar que vergonha era responder processo.

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